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Ilustração: Rosário Félix
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Alexandre Esgaio
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Isabel Alegria
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Filipe Goulão
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Olga Neves
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Bruno Vieira
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Vicente Sardinha
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Cátia Oliveira
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Isa Silva
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Rasa, um homem gay num país árabe não identificado, vê a sua vida desmoronar quando a avó o apanha na cama com o amante, Taymour, e o seu melhor amigo, Maj, é preso. Incapaz de voltar para casa, ele vagueia pela cidade, cruzando-se com ativistas, intelectuais e membros da elite, enquanto revisita o passado e enfrenta os segredos da sua família. Entre a perda da esperança política e das suas relações mais íntimas, Rasa luta para encontrar o seu lugar numa sociedade que pode nunca aceitá-lo.
A morte ocupa pouco espaço, mas é possível que se prolongue por bastante tempo.
Nos contos curtos que jazem em A Volta no Caixão, Pedro Lucas Martins consegue, com poucas e incisivas palavras, mostrar ao leitor distintas faces do ceifeiro, e aquilo que o aguarda quando tocar a terra fria.
Mesmo que breves, estas histórias perdurarão na sua imaginação para lá do razoável, para lá do desejável. Regressarão para o perturbar nas noites mais tranquilas.
Regressarão, até, quando se encontrar por fim a repousar. Em paz.
Como te encontras a ti próprie quando o mundo te diz que não existes?
Samra Habib cresceu num mundo onde a sua identidade era um risco constante. Nascide no Paquistão como muçulmane ahmadi, viveu sob a ameaça de extremistas que viam a sua comunidade como uma afronta. A necessidade de se esconder e adaptar tornou-se uma parte essencial da sua vida.
Quando a sua família encontra refúgio no Canadá, Samra depara com um novo conjunto de desafios: preconceito, pobreza e um futuro traçado por um casamento arranjado. Sentindo-se incurralade, inicia uma busca desesperada por um espaço de liberdade e autoexpressão, onde possa alimentar o seu espírito criativo e feminista.
Muito mais do que um relato de superação, Sempre Estivemos Aqui é uma celebração do poder da autoaceitação e da construção de uma identidade, onde a fé, a arte, o amor e a sexualidade queer se interseccionam. Uma ode à coragem de ser quem realmente somos e ao poder de encontrar uma comunidade que nos acolhe e celebra por inteiro.