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Ilustração: Rosário Félix
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Alexandre Esgaio
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Isabel Alegria
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Filipe Goulão
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Olga Neves
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Bruno Vieira
Tamanho: 30x40cm
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Ilustração: Vicente Sardinha
Tamanho: 30x40cm
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Ilustração: Cátia Oliveira
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Isa Silva
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Rasa, um homem gay num país árabe não identificado, vê a sua vida desmoronar quando a avó o apanha na cama com o amante, Taymour, e o seu melhor amigo, Maj, é preso. Incapaz de voltar para casa, ele vagueia pela cidade, cruzando-se com ativistas, intelectuais e membros da elite, enquanto revisita o passado e enfrenta os segredos da sua família. Entre a perda da esperança política e das suas relações mais íntimas, Rasa luta para encontrar o seu lugar numa sociedade que pode nunca aceitá-lo.
Escrito em 1877, “Henriqueta ou Uma Heroína do Século XIX” pode ser considerado um dos primeiros romances góticos portugueses. Esta é a história verídica de Henriqueta Emília da Conceição, mulher portuense, prostituta audaz e líder de quadrilha que atingiu o estado de mito popular, e é também a história do seu grande amor: Etelvina.
PRÉ-VENDA
Uma mulher está determinada a ficar na casa dos seus sonhos mesmo quando esta se torna num pesadelo assombrado, neste retorcido e complexo romance de estreia.
Quando Margaret e o seu marido Hal compram uma casa victoriana na Rua Hawthorn, à venda por um preço surpreendentemente razoável, não conseguiam acreditar que, finalmente, teriam um lar só deles. Depois, descobrem as assombrações. Cada setembro, o sangue escorre pelas paredes, aparecem os fantasmas de antigos habitantes e todos parecem aterrorizados de algo que se esconde na cave. A maior parte das pessoas fugiria.
Margaret não é a maior parte das pessoas.
Margaret fica. É a sua casa. Mas, após quatro anos, Hal já não aguenta e abandona a casa. Agora, não atende chamadas e a sua filha Katherine, que nada sabe sobre as assombrações, chega com o objetivo de encontrar o seu pai desaparecido. Como se não bastasse, setembro acaba de começar, e a cada tentativa que Margaret e Katherine fazem para encontrar Hal, as assombrações tornam-se mais violentas, porque há segredos que a casa precisa de manter.
Como te encontras a ti próprie quando o mundo te diz que não existes?
Samra Habib cresceu num mundo onde a sua identidade era um risco constante. Nascide no Paquistão como muçulmane ahmadi, viveu sob a ameaça de extremistas que viam a sua comunidade como uma afronta. A necessidade de se esconder e adaptar tornou-se uma parte essencial da sua vida.
Quando a sua família encontra refúgio no Canadá, Samra depara com um novo conjunto de desafios: preconceito, pobreza e um futuro traçado por um casamento arranjado. Sentindo-se incurralade, inicia uma busca desesperada por um espaço de liberdade e autoexpressão, onde possa alimentar o seu espírito criativo e feminista.
Muito mais do que um relato de superação, Sempre Estivemos Aqui é uma celebração do poder da autoaceitação e da construção de uma identidade, onde a fé, a arte, o amor e a sexualidade queer se interseccionam. Uma ode à coragem de ser quem realmente somos e ao poder de encontrar uma comunidade que nos acolhe e celebra por inteiro.