APROVEITE JÁ – 10% de desconto imediato na 1ª compra


APROVEITE JÁ – 10% de desconto imediato na 1ª compra
Ilustração: Bruno Vieira
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
Ilustração: Filipe Goulão
Tamanho: 30x40cm
Impressão: Photo Smooth Fine Art, 270g, mate
PRÉ-VENDA
Uma mulher está determinada a ficar na casa dos seus sonhos mesmo quando esta se torna num pesadelo assombrado, neste retorcido e complexo romance de estreia.
Quando Margaret e o seu marido Hal compram uma casa victoriana na Rua Hawthorn, à venda por um preço surpreendentemente razoável, não conseguiam acreditar que, finalmente, teriam um lar só deles. Depois, descobrem as assombrações. Cada setembro, o sangue escorre pelas paredes, aparecem os fantasmas de antigos habitantes e todos parecem aterrorizados de algo que se esconde na cave. A maior parte das pessoas fugiria.
Margaret não é a maior parte das pessoas.
Margaret fica. É a sua casa. Mas, após quatro anos, Hal já não aguenta e abandona a casa. Agora, não atende chamadas e a sua filha Katherine, que nada sabe sobre as assombrações, chega com o objetivo de encontrar o seu pai desaparecido. Como se não bastasse, setembro acaba de começar, e a cada tentativa que Margaret e Katherine fazem para encontrar Hal, as assombrações tornam-se mais violentas, porque há segredos que a casa precisa de manter.
Bezsel e Ul Qoma são duas cidades de países diferentes que partilham o mesmo espaço físico. Vivendo nas mesmas ruas e bairros, os habitantes de cada cidade estão proibidos de ver a outra.
No entanto, este equilíbrio ténue é ameaçado quando o corpo de uma jovem de Ul Qoma é encontrado em Bezsel, envolto num mistério, à primeira vista, impossível de desvendar. Sob o escrutínio da todo-poderosa Transgressão, o inspetor Borlú terá de conhecer ambas as cidades e os seus meandros, levando-o a questionar as regras que seguiu toda a sua vida.
A Cidade e a Cidade foi vencedor de mais de nove prémios de, entre eles os Prémios Arthur C. Clarke, Nebula, Locus e Hugo, e já foi adaptado para teatro e televisão.
Pré-venda
Um sótão, duas crianças e um segredo esquecido… No início do século XX, Dikembe, um menino congolês, é levado da sua terra natal e confinado ao sótão de uma imponente casa britânica. A única ocasião em que sai do pequeno espaço é para servir um abastado explorador inglês. Com o passar dos anos, Dikembe agarra-se desesperadamente às memórias da sua família, mesmo quando a imagem da mãe começa a esvair-se da sua mente — assim como o seu próprio nome. Décadas mais tarde, Lowra, uma jovem criada num berço de ouro, vê-se inesperadamente trancada no mesmo sótão e depara com os vestígios de Dikembe — objetos perdidos e uma enigmática mensagem escrita numa língua desconhecida. Esses fragmentos tornam-se a sua única fonte de consolo, levando-a a desvendar os terríveis segredos há muito enterrados naquele sótão.
Uma história que confronta o legado do colonialismo, reivindicando o poder de contar as nossas próprias verdades e quebrar os silêncios do tempo.
A morte ocupa pouco espaço, mas é possível que se prolongue por bastante tempo.
Nos contos curtos que jazem em A Volta no Caixão, Pedro Lucas Martins consegue, com poucas e incisivas palavras, mostrar ao leitor distintas faces do ceifeiro, e aquilo que o aguarda quando tocar a terra fria.
Mesmo que breves, estas histórias perdurarão na sua imaginação para lá do razoável, para lá do desejável. Regressarão para o perturbar nas noites mais tranquilas.
Regressarão, até, quando se encontrar por fim a repousar. Em paz.
Prémio Clarín Novela 2017
Um vírus que inicialmente afeta os animais torna-se letal para os humanos, levando os governos a legalizarem o consumo de carne humana. Nessa nova realidade, o canibalismo é lei, e a sociedade divide-se entre os que comem e os que são comidos.
Marcos, encarregado de um matadouro de “carne especial”, vive numa rotina de morte e repressão emocional, enquanto lida com a separação da esposa e a demência do pai. Quando recebe como presente um espécime humano criado para consumo, a tentação leva-o a transgredir as novas normas até limites desconhecidos pela sociedade.
O que resta da humanidade quando os mortos são cremados para não serem comidos? Quem é o outro se, na verdade, somos aquilo que comemos?
Livro + Poster
(pack promocional, poster escolhido deve ser definido em Notas de Encomenda, em Detalhes de Faturação)
Nenhuma arte escrita nos invade a alma como a poesia. Palavras de tal forma imbuídas do sentir que nos é impossível escudar contra a forma como esse sentimento, escrito por outro, reverbera em cada um de nós.
Uma reverberação rica e variada que é difícil de demonstrar. E para este fim não há como a imagem, fluida, viva e colorida.
É desta associação de ideias que nasce a coleção de Poesia Gráfica em que aliamos ao poema a representação gráfica com a qual o ilustrador o interpreta, e a riqueza dos trabalhos obtidos resulta numa experiência multissensorial com que esperamos estimular o leitor.
Arrancamos com o poeta clássico português por excelência, Luís Vaz de Camões. Um autor lido e interpretado por vozes incontáveis que dir-se-ia que tudo foi já extraído da sua obra.
O volume que vos apresentamos prova o contrário. Camões é hoje tão intenso como sempre foi. Lido e visualmente interpretado, para vosso deleite.
Livro + 2 Pósteres
(pack promocional, pósteres escolhidos devem ser definidos em Notas de Encomenda, em Detalhes de Faturação)
Nenhuma arte escrita nos invade a alma como a poesia. Palavras de tal forma imbuídas do sentir que nos é impossível escudar contra a forma como esse sentimento, escrito por outro, reverbera em cada um de nós.
Uma reverberação rica e variada que é difícil de demonstrar. E para este fim não há como a imagem, fluida, viva e colorida.
É desta associação de ideias que nasce a coleção de Poesia Gráfica em que aliamos ao poema a representação gráfica com a qual o ilustrador o interpreta, e a riqueza dos trabalhos obtidos resulta numa experiência multissensorial com que esperamos estimular o leitor.
Arrancamos com o poeta clássico português por excelência, Luís Vaz de Camões. Um autor lido e interpretado por vozes incontáveis que dir-se-ia que tudo foi já extraído da sua obra.
O volume que vos apresentamos prova o contrário. Camões é hoje tão intenso como sempre foi. Lido e visualmente interpretado, para vosso deleite.
Nenhuma arte escrita nos invade a alma como a poesia. Palavras de tal forma imbuídas do sentir que nos é impossível escudar contra a forma como esse sentimento, escrito por outro, reverbera em cada um de nós.
Uma reverberação rica e variada que é difícil de demonstrar. E para este fim não há como a imagem, fluida, viva e colorida.
É desta associação de ideias que nasce a coleção de Poesia Gráfica em que aliamos ao poema a representação gráfica com a qual o ilustrador o interpreta, e a riqueza dos trabalhos obtidos resulta numa experiência multissensorial com que esperamos estimular o leitor.
Arrancamos com o poeta clássico português por excelência, Luís Vaz de Camões. Um autor lido e interpretado por vozes incontáveis que dir-se-ia que tudo foi já extraído da sua obra.
O volume que vos apresentamos prova o contrário. Camões é hoje tão intenso como sempre foi. Lido e visualmente interpretado, para vosso deleite.
Num castelo isolado nas profundezas da floresta austríaca, Laura leva uma vida solitária apenas com a companhia de seu pai. Até à noite em que uma carruagem lhes traz uma visita inesperada — a bela Carmilla. Assim começa a amizade febril entre Laura e sua enigmática e cativante companheira. A sua ligação é alimentada por pesadelos, visitas noturnas e um agravamento no estado de saúde de Laura, enquanto se perde no mundo de dor e prazer de Carmilla.
Uma obra-prima do horror gótico: Carmilla, a vampira que precedeu Drácula.
PRÉ-VENDA
José Joaquim Cesário Verde nasceu em 1855 em plena baixa lisboeta. Filho de comerciantes, não foi capaz de fugir ao ofício familiar apesar do intenso chamado do texto lírico. Uma curta passagem pelo Curso Superior de Letras trouxe-lhe Silva Pinto como amigo e impulsionador da sua escrita.
Poeta de vocação oculta, imortalizou o contraste entre o rural e o citadino de forma magistral, vinculado ao modernismo que por aquela altura se insinuava em Portugal.
Em vida, publicou vários textos poéticos em revistas e periódicos dispersos e viu a sua obra ser alvo de crítica intensa pelos seus contemporâneos. À deceção pela resistência que a sua obra encontrou juntou-se a deterioração da sua condição física. A tuberculose levou Cesário Verde aos 31 anos.
À herança cultural portuguesa valeu a apreciação estética de Silva Pinto pelo trabalho do amigo, que tornou sua missão publicar a obra de Cesário Verde. Hoje, o trabalho de Cesário é reconhecido como essencial na fundação da modernidade literária portuguesa.
Que criaturas são estas? O que procuram? E o que quer que lhes tenha acontecido, também nos poderá afetar?
Quando uma vila submersa pelo tsunami de 2030 volta a emergir devido à seca, é descoberto um grupo de seres humanoides, a quem apelidam de aguados, com guelras no pescoço e olhos camaleónicos, e que sobreviveu todos estes anos debaixo de água.
Para apaziguar o pânico e a curiosidade da população, o Governo envia uma equipa de jornalistas na qual se inclui Olívia Reis, repórter promissora que regressa ao trabalho após um período dedicado à maternidade.
Enquanto o país se interroga sobre o potencial perigo que estas criaturas representam, os jornalistas tentam ultrapassar as barreiras impostas pelas forças de segurança e pelos cientistas, determinados em revelar a verdade e Olívia terá de mergulhar nos segredos escondidos por todos os que os rodeiam. Mas ao ser confrontada com o mar e o mistério que ele esconde, será ela capaz de responder às questões que lhe assombram as noites?
Afinal, onde estão as crias dos aguados?
O que leva o mar, e o que devolve?