• 0 Items - 0.00
    • No products in the cart.
Slide
Obras com alma

Loja Online

APROVEITE JÁ – 10% de desconto imediato na 1ª compra

A Criança no Sótão

29.68

Pré-venda

Um sótão, duas crianças e um segredo esquecido… No início do século XX, Dikembe, um menino congolês, é levado da sua terra natal e confinado ao sótão de uma imponente casa britânica. A única ocasião em que sai do pequeno espaço é para servir um abastado explorador inglês. Com o passar dos anos, Dikembe agarra-se desesperadamente às memórias da sua família, mesmo quando a imagem da mãe começa a esvair-se da sua mente — assim como o seu próprio nome. Décadas mais tarde, Lowra, uma jovem criada num berço de ouro, vê-se inesperadamente trancada no mesmo sótão e depara com os vestígios de Dikembe — objetos perdidos e uma enigmática mensagem escrita numa língua desconhecida. Esses fragmentos tornam-se a sua única fonte de consolo, levando-a a desvendar os terríveis segredos há muito enterrados naquele sótão.

 

Uma história que confronta o legado do colonialismo, reivindicando o poder de contar as nossas próprias verdades e quebrar os silêncios do tempo.

A Volta no Caixão

24.00

A morte ocupa pouco espaço, mas é possível que se prolongue por bastante tempo.
Nos contos curtos que jazem em A Volta no Caixão, Pedro Lucas Martins consegue, com poucas e incisivas palavras, mostrar ao leitor distintas faces do ceifeiro, e aquilo que o aguarda quando tocar a terra fria.
Mesmo que breves, estas histórias perdurarão na sua imaginação para lá do razoável, para lá do desejável. Regressarão para o perturbar nas noites mais tranquilas.
Regressarão, até, quando se encontrar por fim a repousar. Em paz.

Cadáver Requintado

19.00

Prémio Clarín Novela 2017

Um vírus que inicialmente afeta os animais torna-se letal para os humanos, levando os governos a legalizarem o consumo de carne humana. Nessa nova realidade, o canibalismo é lei, e a sociedade divide-se entre os que comem e os que são comidos.

Marcos, encarregado de um matadouro de “carne especial”, vive numa rotina de morte e repressão emocional, enquanto lida com a separação da esposa e a demência do pai. Quando recebe como presente um espécime humano criado para consumo, a tentação leva-o a transgredir as novas normas até limites desconhecidos pela sociedade.

O que resta da humanidade quando os mortos são cremados para não serem comidos? Quem é o outro se, na verdade, somos aquilo que comemos?

Caixa Camões

54.28

Livro + Poster

(pack promocional, poster escolhido deve ser definido em Notas de Encomenda, em Detalhes de Faturação)

 

Nenhuma arte escrita nos invade a alma como a poesia. Palavras de tal forma imbuídas do sentir que nos é impossível escudar contra a forma como esse sentimento, escrito por outro, reverbera em cada um de nós.

Uma reverberação rica e variada que é difícil de demonstrar. E para este fim não há como a imagem, fluida, viva e colorida.
É desta associação de ideias que nasce a coleção de Poesia Gráfica em que aliamos ao poema a representação gráfica com a qual o ilustrador o interpreta, e a riqueza dos trabalhos obtidos resulta numa experiência multissensorial com que esperamos estimular o leitor.

Arrancamos com o poeta clássico português por excelência, Luís Vaz de Camões. Um autor lido e interpretado por vozes incontáveis que dir-se-ia que tudo foi já extraído da sua obra.

O volume que vos apresentamos prova o contrário. Camões é hoje tão intenso como sempre foi. Lido e visualmente interpretado, para vosso deleite.

Caixa Camões XL

78.88

Livro + 2 Pósteres

(pack promocional, pósteres escolhidos devem ser definidos em Notas de Encomenda, em Detalhes de Faturação)

 

Nenhuma arte escrita nos invade a alma como a poesia. Palavras de tal forma imbuídas do sentir que nos é impossível escudar contra a forma como esse sentimento, escrito por outro, reverbera em cada um de nós.

Uma reverberação rica e variada que é difícil de demonstrar. E para este fim não há como a imagem, fluida, viva e colorida.
É desta associação de ideias que nasce a coleção de Poesia Gráfica em que aliamos ao poema a representação gráfica com a qual o ilustrador o interpreta, e a riqueza dos trabalhos obtidos resulta numa experiência multissensorial com que esperamos estimular o leitor.

Arrancamos com o poeta clássico português por excelência, Luís Vaz de Camões. Um autor lido e interpretado por vozes incontáveis que dir-se-ia que tudo foi já extraído da sua obra.

O volume que vos apresentamos prova o contrário. Camões é hoje tão intenso como sempre foi. Lido e visualmente interpretado, para vosso deleite.

Camões

29.68

Nenhuma arte escrita nos invade a alma como a poesia. Palavras de tal forma imbuídas do sentir que nos é impossível escudar contra a forma como esse sentimento, escrito por outro, reverbera em cada um de nós.

Uma reverberação rica e variada que é difícil de demonstrar. E para este fim não há como a imagem, fluida, viva e colorida.
É desta associação de ideias que nasce a coleção de Poesia Gráfica em que aliamos ao poema a representação gráfica com a qual o ilustrador o interpreta, e a riqueza dos trabalhos obtidos resulta numa experiência multissensorial com que esperamos estimular o leitor.

Arrancamos com o poeta clássico português por excelência, Luís Vaz de Camões. Um autor lido e interpretado por vozes incontáveis que dir-se-ia que tudo foi já extraído da sua obra.

O volume que vos apresentamos prova o contrário. Camões é hoje tão intenso como sempre foi. Lido e visualmente interpretado, para vosso deleite.

Carmilla

26.50

Num castelo isolado nas profundezas da floresta austríaca, Laura leva uma vida solitária apenas com a companhia de seu pai. Até à noite em que uma carruagem lhes traz uma visita inesperada — a bela Carmilla. Assim começa a amizade febril entre Laura e sua enigmática e cativante companheira. A sua ligação é alimentada por pesadelos, visitas noturnas e um agravamento no estado de saúde de Laura, enquanto se perde no mundo de dor e prazer de Carmilla. 

Uma obra-prima do horror gótico: Carmilla, a vampira que precedeu Drácula.

E do Mar Vieram

17.00

Que criaturas são estas? O que procuram? E o que quer que lhes tenha acontecido, também nos poderá afetar?

Quando uma vila submersa pelo tsunami de 2030 volta a emergir devido à seca, é descoberto um grupo de seres humanoides, a quem apelidam de aguados, com guelras no pescoço e olhos camaleónicos, e que sobreviveu todos estes anos debaixo de água.

Para apaziguar o pânico e a curiosidade da população, o Governo envia uma equipa de jornalistas na qual se inclui Olívia Reis, repórter promissora que regressa ao trabalho após um período dedicado à maternidade.

Enquanto o país se interroga sobre o potencial perigo que estas criaturas representam, os jornalistas tentam ultrapassar as barreiras impostas pelas forças de segurança e pelos cientistas, determinados em revelar a verdade e Olívia terá de mergulhar nos segredos escondidos por todos os que os rodeiam. Mas ao ser confrontada com o mar e o mistério que ele esconde, será ela capaz de responder às questões que lhe assombram as noites?

Afinal, onde estão as crias dos aguados?

O que leva o mar, e o que devolve?

Feminismo na Periferia

20.14

O movimento feminista tem um ponto cego e, ironicamente, esse ponto cego são as mulheres. As correntes feministas convencionais raramente encaram a satisfação das necessidades básicas como uma questão feminista e, demasiadas vezes, concentram-se não na sobrevivência das muitas, mas no aumento dos privilégios de poucas. Essa miopia, alimentada por divisões internas e pelo privilégio étnico-racial e de classe, fragiliza a solidariedade entre mulheres e deixa, sobretudo, as mulheres negras e periféricas à margem.
«Como podemos falar de união», questiona Mikki Kendall, «se algumas continuam a oprimir outras?»
Em Feminismo na Periferia, Kendall confronta as falhas do feminismo contemporâneo, partindo da sua própria experiência — marcada pela violência, pela pobreza e pela hipersexualização —, e analisa com lucidez temas como direitos reprodutivos, experiências de abuso, cultura popular e saúde mental.
Feroz, incisivo e profundamente necessário, este livro é tanto uma denúncia de um movimento em transformação como um apelo a todas as mulheres que se reivindicam feministas para que vivam, em pensamento e em ação, segundo o verdadeiro propósito da causa.

Florbela

29.68

Da junção da lírica do traço escrito com a possibilidade infinita do traço desenhado, nasce a Poesia Gráfica. Sob este conceito, homenageamos, neste volume, Florbela Espanca: mulher e artista.

Convidamos dez ilustradoras, tão diferentes quanto as imagens que criam, e lançamos o desafio: dez mulheres, dez sonetos escritos pela mulher que se tornou uma lenda romântica e irreverente, e cem anos volvidos sobre a escrita das suas palavras.

O resultado da interpretação gráfica dos textos de Florbela Espanca encontra-se reunido neste volume. Assim se prova que hoje, como sempre, Florbela está viva, atual e capaz de fazer emergir a beleza que brota de dentro de quem a lê.

Guapa

24.00

Rasa, um homem gay num país árabe não identificado, vê a sua vida desmoronar quando a avó o apanha na cama com o amante, Taymour, e o seu melhor amigo, Maj, é preso. Incapaz de voltar para casa, ele vagueia pela cidade, cruzando-se com ativistas, intelectuais e membros da elite, enquanto revisita o passado e enfrenta os segredos da sua família. Entre a perda da esperança política e das suas relações mais íntimas, Rasa luta para encontrar o seu lugar numa sociedade que pode nunca aceitá-lo.

Discounts